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Veja o Que Resultou da Amizade Entre Bethoven e George Augustus!

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Veja o Que Resultou da Amizade Entre Bethoven e George Augustus!

George Tower (George Augustus Polgreen Bridgetower) viveu entre 1780 – 1860 e,  aos 25 anos, em licença, George chega a Viena, onde Beethoven, com 33, já pontificava. A amizade parece ter sido imediata, informal e entusiástica: Beethoven retoma alguns esboços, e em uma semana conclui a nona e mais importante das suas sonatas para violino e piano.

maestroVão estreá-la juntos em 25/05/1803, com Bridgetower – acreditem ou não – tocando boa parte à primeira vista, e ainda lendo por sobre o ombro do compositor, pois nem tinha havido tempo para copiar a parte do violino. 

Mas o melhor da história vem no segundo movimento, quando o piano representava sozinho uma ideia exposta antes pelo violino – e Bridgetower ousou improvisar comentários uma oitava acima em vez de aguardar. Beethoven teria saltado do piano e… ao contrário do que se poderia esperar do seu gênio, teria abraçado o violinista com palavras que se traduzem perfeitamente por “Mais uma vez, meu caro!”

Beethoven o admirava tanto que escreveu em sua homenagem uma de suas mais famosas sonatas para violino e piano. Primeiramente chamada de Sonata Mulattica ou Sonata per un mulattico lunatico, a famosa e intensa Sonata n.o 9 (Op. 47), a Sonata a Kreutzer­ – como ficou conhecida – foi dedicada ao amigo que Beethoven conhecera em Viena, em 1803.

Veja a Sonata a Kreutzer, com execução de Anne Sophie Mutter (violino) e  Lambert Orkis Zohari (piano).

Mas, por causa de uma briga – muito provavelmente por causa de um comentário feito por Bridgetower a respeito de uma mulher que Beethoven conhecia – a amizade que acabara de iniciar se acabou, e a Sonata foi re-dedicada a Rudolphe Kreutzer, o mais conhecido violinista da época, que, curiosamente, nunca a tocou.

Fonte: Esperando as Musas.

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