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Indenização por Danos Morais no Contexto da Ideologia do Gênero nas Escolas

Educação

Indenização por Danos Morais no Contexto da Ideologia do Gênero nas Escolas

Atualmente a oposição brasileira defende a adoção da “guerra política” com o intuito de desconstruir os métodos utilizados pela esquerda, que são transversais a todos os setores da sociedade, no seu projeto de subversão social. A doutrinação ideológica marxista nas escolas, o ataque ao conceito da instituição tradicional da família, a descriminalização do aborto e a degradação dos princípios morais são algumas das artimanhas progressistas presentes não só no Brasil mas em toda a sociedade ocidental.

No que diz respeito a educação nas escolas o congresso brasileiro bateu forte nos defensores da agenda LGBT quando bombou a inclusão da ideologia do gênero no plano nacional de educação. Os progressistas, não satisfeitos com esta derrota no congresso, vêm tentando passar a ideologia do gênero no plano municipal de educação promovendo a votação da pauta nas respectivas câmaras municipais.

Instituições, educadores e cidadãos atentos a este movimento, que lutam no seu dia-a-dia para impedir a disseminação desta cultura no Brasil, têm observado que embora “oficialmente” não tenha sido aprovado, algumas secretarias de educação promovem eventos com este fim nas escolas sem o conhecimento e consentimento dos pais.

No vídeo abaixo, referente a um hangout do Terça Livre transmitido no último dia 30, o telespectador terá a oportunidade de entender como todo este processo é colocado em prática e quais as armas disponíveis aos pais preocupados em resguardar seus direitos no processo de educação dos seus filhos.

Assista o vídeo que conta com a participação da professora Paula Marisa e o advogado Miguel Nagib do projeto “Escola sem partido”.

Paula Marisa é professora de educação física desligada da escola onde lecionava após exigir à direção da escola que avisassem aos pais de seus alunos sobre uma palestra que seria ministrada no horário de sua aula. Desolada por não terem-na deixado se despedir de seus alunos a mesma divulgou um vídeo no seu canal do youtube para explicar aos seus ex-alunos e pais o motivo do seu desligamento.

Miguel Nagib é o fundador do projeto “Escola sem Partido” e explica como um processo judicial de indenização por danos morais é legitimo neste contexto.

Fonte: Canal Terça Livre

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