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David Rockfeller: Good Guy ou Bad Guy?

Educação

David Rockfeller: Good Guy ou Bad Guy?

Na página 427 do livro autobiográfico Memoris de David Rockfeller, o banqueiro norte-americano confessa as suas intenções e de seus companheiros para construir, nas palavras de Daniel Estulim, um “Estado Policial Global que ultrapassa o pior pesadelo do Orwell”.

Por mais de um século, extremistas ideológicos, provenientes dos dois polos do espectro político, apoderam-se de acontecimentos amplamente divulgados, como meu encontro com Fidel Castro, para atacar a família Rockefeller pela excessiva influência que dizem que temos sobre instituições politicas e econômicas americanas. Alguns acreditam que somos parte de um grupo secreto de conspiradores trabalhando contra os melhores interesses dos Estados Unidos, caracterizando minha família e eu como ‘internacionalistas’ e afirmando que conspiramos com outras pessoas ao redor do mundo para construir uma estrutura global política e econômica mais integrada — um mundo unificado, se quiser chamá-lo assim. Se esta é a acusação, declaro-me culpado e tenho orgulho da minha culpa. — David Rockfeller.

A resposta a pergunta expressa no título deste post dependerá daquilo que você conhece sobre assuntos como “nova ordem mundial”, “Clube Bilderberg”, “Institutos Tavistock, “elite global”, “governo mundial”, “Comissão Trilateral”, “Council on Foreign Relations” ou sobre organizações como ONU, OTAN, entre outros.

O fato é que a grande maioria da população mundial, e não só brasileira, desconhecem totalmente estes assuntos. Os intelectuais que trabalham juntamente e para os governos com influência mundial os conhecem bem. Estes quando são questionados sobre o tema desconversam. Os políticos de países de terceiro mundo como o Brasil desconhecem ou conhecem superficialmente todo processo e se tornam presas fáceis.

O resultado é previsível, submetem toda a sociedade em uma reengenharia social, cultural e política, criada e implementada para destruir a individualidade de pensamentos, destruir a moral e os bons costumes, para banalizarmos tudo de ruim que se passa a nossa volta e tornar-nos o mais próximo possível de rebanhos imensos de gado, conduzidos e criados ao sabor do fazendeiro, e eventualmente conduzidos ao matadouro.

A coisa toda soa tão absurda que quando um “zé ninguém”, igual a eu e você, conversa sobre estes assuntos com universitários, com empresários e líderes políticos, um cidadão desligado de qualquer assunto que envolva política, ou um professor universitário esquerdista, você é tido como amante da “Teoria da Conspiração”, como um doido, ou um reacionário.

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O plano 
Hoje os americanos ficariam ultrajados se as tropas da ONU entrassem em Los Angeles parar estabelecer a ordem; amanhã, eles estariam gratos! 
Isto é especialmente verdadeiro se lhes dissessem que havia uma ameaça externa, do além, que seja, real ou promulgada, que ameaçasse muito a nossa existência. Isto é como todas as pessoas do mundo se comprometeriam com os líderes do mundo diante deste tipo de mal. A única coisa que todo homem teme é o desconhecido. Quando apresentado com este cenário, os direitos individuais serão renunciados voluntariamente para a garantia do bem sendo todos gratos ao governo mundial 

Caso o tema lhe seja estranho leia a seguir alguns enxertos de dois livros e desperte para os acontecimentos que nos cercam.

Se Homero tinha razão ao dizer que os moinhos dos deuses moem lentamente, o cérebro nacional deve ser divino, pois é infinita a lentidão com que processa as mais óbvias informações. O filósofo Raymond Abellio, que nos conhecia bem, observava que nesta parte do universo a germinação das ideias não segue o ritmo histórico, mas o tempo geológico. Nada o ilustra melhor do que a renitente ignorância das elites brasileiras em torno da questão do governo mundial. Nossos líderes empresariais e políticos ainda vivem na época em que toda menção ao assunto podia ser tranquilamente rejeitada, com um sorriso de desdém, como ‘teoria da conspiração’. No entanto, há pelo menos dez anos a ONU já declarou oficialmente sua intenção de consolidar-se como administração planetária: ‘Os problemas da humanidade já não podem ser resolvidos pelos governos nacionais. O que é preciso é um governo mundial. A melhor maneira de realizá-lo é fortalecendo as Nações Unidas.’ (Relatório sobre o Desenvolvimento Humano, 1994) — O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota, pág.165.

O maior perigo dos sistemas totalitários modernos é talvez o fato de que estão terrivelmente avançados não somente no plano da técnica física ou biológica, mas também no da técnica psicológica, Os métodos de sugestionamento em massa, de liberação dos instintos da besta humana, de condicionamento ou controle do pensamento desenvolveram-se até alcançar uma eficácia formidável: o totalitarismo moderno é tão terrivelmente científico que, perto dele, o absolutismo dos períodos anteriores aparece como um mal menor, diletante e comparativamente inofensivo — Ludwig von Bertalanffy (1901 – 1972) criador da Teoria Geral dos Sistemas.

O movimento antifumo explica parcialmente a atual complacência americana. Os zelotes do antitabagismo começaram com exigências ‘razoáveis’, como os avisos do Ministério da Saúde nos pacotes de cigarros nos pacotes de cigarros. Depois exigiram áreas para não fumantes nos aviões. Encorajados pelo sucesso, exigiram a proibição total do fumo os aviões, e depois nos aeroportos, nos restaurantes e nos locais de trabalho. Tudo em nome da saúde. Percebendo a resposta complacente dos fumantes, passaram a banir o fumo das praias, nas praças e nas calcadas das grandes cidades. Agora estão clamando prêmios de seguro-saúde mais caros para os fumantes. Se tivessem apresentado a lista inteira de suas exigências logo no começo, não teriam conseguido nada. Usando a cruzada antifumo como modelo e vendo os americanos tão complacentes, os zelotes e candidatos a tiranos estão ampliado mais e mais a sua agenda. — Walter Willians economista, O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota, pág.179.

O Clube Bilderberg está lutando por romper a fortaleza psicológica do indivíduo e deixa-lo sem defesas. Um dos muitos meios para conseguir este propósito está sendo a insistência atual em potencializar o trabalho em equipe na educação e no âmbito trabalhista, de maneira que nos acostumemos a renunciar às próprias ideias em beneficio do grupo. Cada vez são menos os que defendem o pensamento individualista e crítico. Estamos chegando a uma situação em que os ‘lobos solitários’ começam a sentir-se envergonhados de sua existência. Com respeito ao âmbito educativo, também é imprescindível das a conhecer que os estudos realizados pelo Clube Bilderberg demonstram que conseguiram baixar o Coeficiente Intelectual da população, obrigando principalmente à redução da qualidade do ensino planejado e executado faz anos pelo Clube; embora, é óbvio, publicamente se lança periodicamente a notícia de que o Coeficiente Intelectual médio está subindo. Eles sabem que, quanto menor o nível de intelectualidade dos indivíduos, menor é a sua capacidade de resistência ao sistema imposto. Para conseguir isto, não só manipularam os colégios e às empresas, mas sim se apoiaram em sua arma mais letal: a televisão e seus programas sem qualidade para afastar a população de situações estimulantes e conseguir assim adormecê-la.

O objetivo final deste pesadelo é um futuro que transformará a Terra em uma planeta prisão mediante um Mercado Único Globalizado, controlado por um Governo Mundial Único, vigiado por um Exército Unido Mundial, regulado economicamente por um Banco Mundial e habitado por uma população controlada mediante microchips, cujas necessidades vitais se reduziram ao materialismo e a sobrevivência: trabalhar, comprar, procriar, dormir, tudo conectado a um ordenador global que fiscalizará cada um de nossos movimentos. — Daniel Estulin, A verdadeira história do Clube Bilderberg.

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